Já pensou que delícia seria se você não tivesse prova nunca? Ou se o professor fosse só um cara que discute os temas com você, sentado do seu lado, de igual pra igual? Em algumas escolas do Brasil e do mundo, a exceção vira regra. A idéia é fugir dos moldes tradicionais de ensino e tentar atrair a atenção dos alunos. A gente garimpou as iniciativas mais legais. Morra de inveja. Ou se inspire para propor mudanças!
Cadê o professor?
Na Escola da Ponte, de Portugal, não há divisão de turmas ou professor falando na frente da classe. Na hora de estudar, os alunos se dividem em grupos de seis – nem sempre da mesma idade – e discutem um tema. O professor indica a melhor forma de trabalhar o assunto. Se rolar alguma dificuldade, há um quadro em que se lê "Preciso de ajuda em:". Também há o quadro "Posso ajudar em:". Dessa forma, os alunos solucionam as dúvidas entre si.
Para quem já escolheu a profissão
Para quem curte humanas, não existe nada mais maçante que reforço em química no ano pré-vestibular. O Colégio Integrado, no Japão, criou um ensino médio diferente, direcionado àqueles que já sabem que profissão seguir. Para quem vai fazer jornalismo, por exemplo, há reforço na carga de línguas e história. A desvantagem é que as matérias obrigatórias continuam valendo.
Um mês de festa
Nas escolas da Noruega, nada de passar metade do ano planejando a formatura pra só uma noite de festa. Lá, a balada da galera do 3o ano do ensino médio começa em abril e só termina em maio. Tem gincana, viagem, noitada... Pra marcar o início das comemorações do russfeiringen (o nome dessa tradição), os estudantes compram e customizam uma van ou um ônibus e circulam pela escola vestindo macacões e gorros supercoloridos.
Sem lista de presença
No Christa Mcauliffe Academy, nos Estados Unidos, você é quem escolhe em qual dia do ano quer começar ou parar os estudos. E nem precisa ir à escola todo santo dia: há um monte de atividades online que valem nota. Se você quiser tirar alguma dúvida, terá que mandar um e-mail ao professor. Mas nem tudo é perfeito: algumas provas ainda têm que ser feitas do modo tradicional.


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